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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

20º - Sociologia

22/10/14
 
Violência, crime e justiça no Brasil

Pobreza gera violência?
Como já vimos, Michel Foucault tinha um interesse especial pelos temas da violência e da disciplina. Ele queria entender de que maneira e por que razões as diferentes sociedades estabelecem aquilo que as pessoas devem fazer e aquilo que é visto como inapropriado (e implica algum tipo de punição ou sanção). Como explicar que certos comportamentos e atitudes, antes vistos como justos e corretos por determinado grupo social, sejam por ele repudiados mais adiante? O caso da abolição da pena de morte no Brasil é um bom exemplo dessa mudança de atitude em relação à concepção de justiça. Como explicar que em determinadas situações o uso da violência seja visto como justo e legítimo e em outras como abominável e ilícito? Durante muito tempo, nos lembra Foucault, a lei da violência, mais do que a violência da lei, foi vista como a única forma legítima de fazer justiça. Torturas longas e cruéis eram aplicadas no intuito de restabelecer a ordem interrompida pelo crime ou pela transgressão. Mas, a partir do século XVIII, as torturas corporais e as humilhações morais foram pouco a pouco substituídas pela ideia da “punição humanizada”. As penas corporais passaram a ser consideradas inaceitáveis, e em seu lugar foram propostas outras maneiras de “resgatar o homem por detrás do criminoso”. Na base dessas alterações, a sociedade contava com novos saberes desenvolvidos em campos distintos do conhecimento como a criminologia, a psiquiatria e a sociologia. O objetivo já não era simplesmente condenar quem cometeu a falta, mas reabilitar o criminoso como cidadão.
Ao longo de mais de duzentos anos assistimos ao que Michel Foucault chamou de “humanização dos processos penais”. A justiça deixou de ser executada em praça pública para se realizar nos tribunais; em vez de corpos esquartejados, os condenados deveriam ser levados para as prisões. O criminoso passou de objeto passivo da vontade do soberano a sujeito detentor de direitos – direito à defesa, a um julgamento justo, à reintegração à sociedade uma vez cumprida a pena. O sistema judiciário como um todo tornou-se mais racional.
Mas nós bem sabemos que no caso do Brasil e de outras tantas nações, a racionalização dos procedimentos penais não levou nem a um desaparecimento da violência na aplicação da lei, nem a uma contenção satisfatória do crime. Se hoje temos mais prisões, advogados, juízes e policiais do que jamais tivemos em nossa história, onde está a explicação para o aumento no número de delitos violentos entre nós? Por que será que a polícia brasileira está entre as mais sanguinárias do mundo? Devemos buscar as causas da violência na pobreza, no desemprego e nos baixos índices de educação? Ou será que a culpa é do nosso sistema judiciário, tido por muitos como ineficiente e guardião de leis inadequadas? Essas são perguntas extremamente polêmicas e complexas. Vejamos como alguns cientistas sociais brasileiros vêm enfrentando o desafio de respondê-las.
No início dos anos 1980, o conjunto habitacional Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, tinha se tornado conhecido como uma das localidades mais violentas do país. Os meios de comunicação, em sua maioria, referiam-se à população do local como “perigosa”, “bandida” e “sem escrúpulos”. Nessa mesma época, e nessa mesma localidade, a antropóloga Alba Zaluar deu início a uma pesquisa que iria resultar em um dos livros mais influentes no campo dos estudos sobre violência urbana – A máquina e a revolta.
A partir de um intenso trabalho de campo, Alba Zaluar nos apresenta o cotidiano dos moradores da Cidade de Deus e desvincula duas noções que, no discurso do senso comum, aparecem quase sempre associadas: pobreza e violência. Essa associação, tão difundida entre nós, desenha um círculo de encadeamentos lógicos: o indivíduo é violento porque é pobre, é pobre porque não tem acesso à educação, não tendo educação não sabe votar nem exigir seus direitos. Nesse círculo vicioso, a criminalidade aparece como uma consequência automática e praticamente inevitável.
Alba Zaluar nos diz que é preciso interromper esse encadeamento lógico se nos interessa realmente entender o problema da violência urbana, não apenas na “Cidade de Deus”, mas em qualquer outra cidade brasileira. A pobreza, insiste a antropóloga, não é um ingrediente óbvio da criminalidade. Se assim o fosse, todos os pobres seriam necessariamente criminosos, e todos os criminosos seriam pobres – o que está longe de ser verdade, como comprovam os chamados crimes do colarinho branco cometidos por cidadãos precedentes das classes médias e altas da sociedade.
Essa relação causal pobreza-crime já havia sido contestada em 1978 por Edmundo Campos Coelho (1939-2001). O sociólogo mineiro chamava a atenção para o fato de que os períodos de crise econômica, quando aumentam as taxas de desemprego, não são os de maior aumento de taxa de crimes violentos. Para o autor, a associação a ser estudada era entre crime e impunidade penal. O que quer dizer isso? Quer dizer que não punir o criminoso gera mais crime do que situações de carência ou desemprego. Quer dizer que a sociedade sinaliza para os indivíduos que o crime vale a pena, compensa. Ainda hoje, convivemos com altíssimas taxas de impunidade para homicídios praticados pela polícia, por grupos de segurança privada, pelos chamados grupos de extermínio e por criminosos que influenciam, de alguma maneira, o resultado do processo punição. Homicídios que vitimizam trabalhadores rurais e lideranças sindicais também seguem, muitas vezes, impunes. As taxas de impunidade para crimes do colarinho branco, ainda tão expressivas, contribuem igualmente para a descrença dos cidadãos nas instituições promotoras de justiça. Vale lembrar, que na pesquisa “Cidadania, justiça e violência” (citada no capítulo anterior), entre as pessoas entrevistadas, 97,5% pensavam que, diante de um mesmo crime cometido, um rico seria tratado com mais complacência pela Justiça do que um pobre.
Porém, ainda hoje, a lógica que associa pobreza e criminalidade segue prevalecendo no imaginário social, tendo que ser continuamente recusada por vários cientistas sociais. A grande maioria dos habitantes de lugares violentos e segregados – demonstram os pesquisadores – são trabalhadores honestos que repudiam a criminalidade e cujas aspirações são bastante semelhantes àquelas das camadas médias: ter uma casa confortável, oferecer uma boa educação para os filhos, ver a família progredir por meio do trabalho honrado. Se a explicação para a violência não está na pobreza, onde estará?
Há sociedades muito pobres, como a indiana, em que os índices de criminalidade são baixíssimos, muito mais baixos do que os de uma nação rica como os Estados Unidos. A desigualdade, e não a pobreza, tende a resultar em violência no contexto da sociedade de consumo. No Brasil o acesso ao consumo ampliou-se significativamente nas últimas décadas, mas está longe de incluir a todos. E mais: os pobres seguem tendo seus direitos civis (releia o capítulo anterior) muitas vezes desrespeitados. Seu acesso às instituições promotoras do bem-estar e da cidadania é significativamente mais restrito quando comparado com os das camadas médias e altas. Daí muita gente dizer que, no Brasil alguns são mais cidadãos do que os outros. Temos cidadãos de primeira e de segunda classe...
Alba Zaluar sugere que muitos jovens pobres optam por fazer parte de redes criminosas porque elas podem lhes oferecer prestígio e poder. Um poder que se baseia sobretudo em uma cultura da masculinidade, uma maneira de ser que opera de acordo com a lógica da guerra, um ideal que busca reconhecimento por meio da imposição do medo. Essa rede aspira a um estilo de vida em que ganham destaque bens de consumo cujo acesso dificilmente poderia ser alcançado por esses jovens e seus familiares. Assim como os jovens das camadas médias e das elites, jovens pobres desejam consumir o tênis de marca, a calça da moda, o celular mais moderno, ou seja, bens associados a alto prestígio e status, que são veiculados diariamente pelos meios de comunicação de massa.
Mas, como constatamos cada vez mais, junto com o prestígio e o poder possibilitados pelos lucros obtidos com o comércio de drogas ilícitas, muitas vezes vem a morte precoce e violenta. Alba Zaluar nos lembra, ainda, que a chance de morrer precocemente não é exclusiva dos jovens que aderem à rede criminosa: todos os que moram em zonas “dominadas” pela lógica da guerra – ou seja, pelos narcotraficantes - estão igualmente expostos à chance de morrer de forma violenta e arbitrária. As pesquisas mostram que nas regiões metropolitanas a maioria das mortes violentas vitimam rapazes negros e pardos. Como argumenta outro especialista no tema da violência urbana, Michel Misse, o fato de a maioria de presos ser de pobres, negros, jovens e desocupados também se deve à existência de um “roteiro típico” seguido pela polícia, que associa de antemão a pobreza (e a juventude não branca) à criminalidade.
 
- Fazer uma Síntese sobre o texto acima, no mínimo 10 linhas;
 
           Ai cada um faz a sua...

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

19º - Sociologia

24/09/14

- Ler o texto “O desemprego” da página 61, as palavras que não entender, procurar o significado e escrever no caderno;

No meu caso entendi todas...

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

18º - Sociologia

17/09/14

Plano de Aula
*Leitura e analise de gráfico;

Taxas de desemprego e de participação
Legenda:
·         ESP – Estado de São Paulo.
·         Regiões metropolitanas: RMS – Região Metropolitana de São Paulo; RMBS – Região Metropolitana da Baixada Santista; RMC – Região Metropolitana de Campinas.
·         Demais regiões: RA – Regiões Administrativas de Campinas, Registro, Sorocaba e São José dos Campos.
·         Aglomerados urbanos: Central-Norte, formado pelas Regiões Administrativas Centrais de Bauru, Franca e Ribeirão Preto; e Noroeste, formado pelas Regiões Administrativas de Araçatuba, Barretos, Marília, Presidente Prudente e São José do Rio Preto.
·         Taxa de participação: proporção de pessoas com 10 anos ou mais que estavam trabalhando ou procurando emprego.
·         Taxa de desemprego: proporção de pessoas com 10 anos ou mais que não estavam trabalhando. 

- De acordo com o gráfico responda:
1-      Qual é a taxa de desemprego da legenda RMC? De 11,3 de desempregados.
2-      Qual é a maior taxa de pessoas procurando emprego ou desempregadas? De 63,0 procurando emprego na RMS e 20,7 de desemprego na RA registro.
3-      Qual região apresenta maior índice de desemprego? A RA registro.
4-      A taxa de participação RA Sorocaba é de 56,6.
5-      Quantas pessoas estavam procurando emprego ou empregadas na RA SJC? 57,1 procurando emprego e 19,5 desempregados.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

17º - Sociologia

03/09/14

                Plano de aula
*Leitura e analise de gráfico; 

Tema: Mudança no mundo de trabalho
                Mercado de trabalho é “a relação entre a oferta de trabalho e a procura de trabalhadores, em época e lugar determinados”.
1.       Observe atentamente o lado esquerdo do gráfico e responda: 
a) Qual é a maior proporção de pessoas ocupadas? Assalariados com carteira 43%.
b) Quais as outras ocupações que aparecem no gráfico e quais suas respectivas porcentagens? Autônomos 19%, Empregados Domésticos 10%, Empregadores 3%, Demais 4%. 

2.       Em seguida, observe atentamente a coluna azul à direita no gráfico e responda: 
a) A que tipo de ocupação ela se refere? As porcentagens divididas dos assalariados.
b) Indique quais são os tipos de assalariados e suas respectivas porcentagens. Assalariados com carteira 43%, Assalariados sem carteira 12%, Assalariados do setor público 9%.

3.       Você considera importante ter um emprego com carteira assinada? Justifique. Sim, pois com a carteira assinada você pode correr atrás de seus direitos no futuro.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

16º - Sociologia

27/08/14

                Plano de aula
*Questionário (Texto: Escravidão e servidão, pág.39-40);

Responda
1)      Qual é a origem e significado do termo trabalho? O termo trabalho pode ter nascido do vocábulo latino tripallium, que significa “instrumento de tortura”, e por muito tempo esteve associado a ideia de atividade penosa e torturante.
2)      Quem supria as necessidades da população na sociedade grega e romana? Era a mão de obra escrava.
3)      Quem eram os que discutiam os assuntos da cidade e o bem dos cidadãos? Os proprietários de terras.
4)      Em que os servos eram obrigados a trabalhar? Eles eram obrigados a cultivar terras e construção de estradas.
5)      Quem controlava o trabalho na corporação de oficio? O oficial.
6)      O que corresponde o termo Poiesis? Corresponde ao fazer, ao ato de fabricar, de criar algum produto mediante o uso de um instrumento ou mesmo das próprias mãos.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

15º - Sociologia

13/08/14

*Leitura e resumo do texto “Escravidão e servidão” – Página 39 e 40;
 
Escravidão e servidão (resumo)
O termo trabalho pode ter nascido do vocábulo latino tripallium, que significa “instrumento de tortura”, e por muito tempo esteve associado a ideia de atividade penosa e torturante. Nas sociedades grega e romana era a mão de obra escrava que garantia a produção suficiente para suprir as necessidades da população. Existiam outros trabalhadores além dos escravos, como os meeiros, os artesãos e os camponeses. No entanto, mesmo os trabalhadores livres eram explorados e oprimidos pelos senhores e proprietários. Estes eram desobrigados de qualquer atividade, exceto a de discutir os assuntos da cidade e o bem-estar dos cidadãos. Para que não dependessem do próprio trabalho e pudessem se dedicar exclusivamente a essa atividade, o trabalho escravo era fundamental. 
A terra era o principal meio de produção, e os trabalhadores tinham direito a seu usufruto e ocupação, mas nunca à propriedade. Muitos trabalhavam em regime de servidão, no qual não gozavam de plena liberdade, mas também não eram escravos. Prevalecia um sistema de deveres do servo para com o senhor e deste para com aquele.
Além de cultivar as terras a ele destinadas, o servo era obrigado a trabalhar nas terras do senhor, bem como na construção e manutenção de estradas e pontes. Essa obrigação se chamava corvéia. Devia também ao senhor a talha, uma taxa que se pagava sobre tudo o que se produzia na terra e atingia todas as categorias dependentes.
Outra obrigação devida ao senhor pelo servo eram as banalidades, pagas pelo uso do moinho, do forno, dos tonéis de cerveja e pelo fato de, simplesmente, residir na aldeia. Essa obrigação era extensiva aos camponeses. 
Nas cidades, o artesanato tinha uma organização rígida baseada nas corporações de oficio. No topo da escala dessas corporações, havia um mestre que controlava o trabalho de todos. Esse mestre encarregava-se de pagar os direitos ao rei ou ao senhor feudal e de fazer respeitar todos os compromissos com a corporação. Abaixo dele vinha o oficial, que ocupava uma posição intermediária entre a do aprendiz e a do mestre. Cabia ao oficial fixar a jornada de trabalho e a remuneração, sendo também o responsável por transmitir os ensinamentos do mestre aos aprendizes. O aprendiz, que ficava na base dessa hierarquia, devia ter entre 12 e 15 anos e era subordinado a um só mestre. Seu tempo de aprendizado era predeterminado, bem como os seus deveres e as sanções a que estava sujeito, conforme o estatuto da corporação.

Labor, poiesis e práxis
                Os gregos distinguiam claramente a atividade braçal de quem cultiva a terra, a atividade manual do artesão e a atividade do cidadão que discute e procura soluções para os problemas da cidade. 
Os gregos utilizavam os termos labor, poiesis e práxis para expressar suas três concepções para a ideia de trabalho.
- O labor é o esforço físico voltado para a sobrevivência do corpo, sendo, portanto, uma atividade passiva e submissa ao ritmo da natureza. O exemplo mais claro dessa atividade é o cultivo da terra, pois depende de forças que o ser humano não pode controlar, como o clima e as estações.
- Poiesis corresponde ao fazer, ao ato de fabricar, de criar algum produto mediante o uso de um instrumento ou mesmo das próprias mãos. O produto desse trabalho muitas vezes subsiste à vida de quem o fabrica, tem um tempo de permanência maior que o de seu produtor. O trabalho do artesão ou do escultor se enquadraria nessa concepção. 
- A práxis é a atividade que tem a palavra como principal instrumento, isto é, utiliza o discurso como um meio para encontrar soluções voltadas para o bem-estar dos cidadãos. É o espaço da política, da vida pública.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

14º - Sociologia

06/08/14 

Plano de Aula
*Leitura e análise de texto;
*Visto no caderno; 

Divisão do trabalho social
                    A divisão do trabalho existiu em todas as sociedades, desde o momento em que o homem começou a trocar coisas e produtos, criando uma interdependência com os outros homens. Assim, o artesão troca o produto de seu trabalho, o tecido, pelo algodão, cultivado pelo agricultor. A base da troca é a necessidade daquilo que não produz. A divisão do trabalho deriva do caráter específico do trabalho humano e ocorre quando os homens, na vida em sociedade, dividem entre si as diferentes especialidades e ofícios, isso deve muito à divisão sexual do trabalho.
                    Portanto, havia especialidades e ofícios atribuídos aos homens e outros, as mulheres.
 
Responda
- Dê exemplos:
     a) Trabalhos executados só por homens e que não são atribuídos também por mulheres. Servente, pedreiro, etc.
     b) Trabalhos executados só por mulheres e não são atribuídos também por homens. Cuida da casa, dos filhos.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

13º - Sociologia

30/07/14 

Plano de Aula
*Leitura e análise de texto; 

Distinção entre trabalho e emprego
                O trabalho livre sucedeu historicamente a outras formas de trabalho, como a escravidão e a servidão. Na Grécia Antiga, o trabalho era uma atividade exerci da pelos escravos. Na Idade Média, as pessoas trabalhavam nos campos, ligadas a um senhor feudal, ou moravam nos burgos e eram artesãos. Em todos esses momentos da história, as pessoas executavam algum trabalho, mas não tinham emprego. O emprego só se dissemina com o capitalismo, quando o trabalhador passa a vender sua força de trabalho (física ou mental) em troca de um salário. Ao conseguir o emprego, o trabalhador assina um contrato de trabalho que especifica suas funções. Ao contrário do
 que ocorria na Antiguidade, em que os escravos eram uma propriedade, e na Idade Média, em que os trabalhadores eram servos presos à terra do senhor feudal, no capitalismo os trabalhadores são livres para procurar outras condições de trabalho em um novo emprego.

Responda
1) O que é trabalho? Trabalho é uma forma de escravidão.
2) O que é emprego? O emprego é troca o esforço físico por um salário, mediante a um contrato.
3) Como era o trabalho em outros períodos da história? Era exercido por escravos.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

12º - Sociologia

23/07/14 

Plano de Aula
*Aprendizagem do tema: Divisão Social do Trabalho; “O trabalho como mediação”

- Qual é a origem da palavra trabalho e seu significado? A palavra trabalho vem do Latim tripalium, que representava a atividade indigna. 

Trabalho consiste na “aplicação das forças e faculdades humanas para alcançar um determinado fim”. Na perspectiva sociológica, os animais não trabalham, só o homem trabalha. O trabalho é visto como uma atividade que ajuda o homem a construir sua condição de ser humano.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

11º - Sociologia

11/06/14

Plano de Aula
*Leitura e análise de texto:
Independente da espécie que pertencem, as abelhas organizam-se em grupos. Nestes, cada abelha possui regras e atividades especificas. Abelhas de uma mesma espécie, contudo, relacionam-se sempre da mesma maneira com o meio ambiente. Seu comportamento se altera apenas quando há alterações no ambiente que o cerca.
Pode-se dizer que elas se adaptam ao meio ambiente. A capacidade de transformar o próprio comportamento a natureza é própria do ser humano. 

Responda
1-      Qual seria a ideia principal do texto? A transformação de comportamento.
2-      O que as abelhas e os animais têm em comum? Viver em grupo.
3-      O que os animais não têm em comum com os seres humanos? A capacidade de transformar o próprio comportamento e natureza.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

10º - Sociologia

28/05/14

Compreensão do texto: “Industria cultural no Brasil”
                A industrial cultural no Brasil começou com a introdução do rádio, televisão, a primeira transmissão foi em 1922 voltada para programas não comerciais. Nessas programações incluíam recitais de poemas, músicas eruditas, operas e palestras especificas. Eram mantidas por associações de amigos do rádio, as emissoras eram poucas não haviam muitos aparelhos naquela época no Brasil. Na década de 1930 foi autorizada a publicidade do rádio, isso permitiu a ampliação da audiência e a sincronização da rádio. Entre as décadas de 1930 e 1950 o rádio alcançou seu auge da audiência, principalmente com os programas de auditório e radionovelas, além de programas jornalísticos, humorísticos e transmissão esportiva, cada rádio e emissora possuía seus próprios cantores, os mais conhecidos eram contratados como estrelas pois proporcionavam uma maior audiência. O desenvolvimento econômico possibilitava a ampliação de emissoras e receptores por todo o Brasil. Na época da ditadura o rádio foi abalado pois a ditadura censurava algumas das coisas que davam audiência. Com a chegada da TV praticamente a radio começou a decair, a televisão iniciava de modo mais intensivo sua programação. Ou seja a televisão pegou uma boa parte da audiência da rádio. Em 1980 depois de muito tempo o rádio tomou um novo impulso com a introdução das emissoras FM que permitiam melhor recepção, com o fim da ditadura (censura) e a disponibilidade de mais investimentos oriundos da publicidade. Foram então desenvolvidos programas para públicos específicos e construída grandes redes de rádio com abrangência de grande recepção nacional.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

9° - Sociologia

21/05/14

Responda – Página 189
1.       Qual cultura na América prevalecia no século XVI?
2.       O que diz Antonio Candido em publicação de 1968?
3.       O que herdamos das raízes indígenas e africanas?
4.       Cite pelo menos 5 ritmos de música brasileira?
5.       Qual é a origem da música brasileira?

quarta-feira, 23 de abril de 2014

8° - Sociologia

23/04/14
                Plano da aula
*Tema: A população brasileira (diversidade cultural)
*Música: Paratodos
*Aprendizagem: Os estrangeiro do ponto de vista sociológico

                Quase todos nós somos descendentes de estrangeiros, sejam eles asiáticos, africanos ou europeus. Dificilmente um jovem tem apenas antepassados indígenas. O Brasil é um pais de grande miscigenação.

Entenda os termos:
Emigrante - Quem emigra.
Emigrar - Deixar um pais para estabelecer em outro.
Imigrante - Pessoa que imigra.
Imigrar - Entrar (num pais estranho) para nele viver.
Migrante - Que migra.
Migrar - Mudar periodicamente de um região para outra. 

Responda:
·         A minha família já migrou, emigrou ou imigrou?
·         Há quanto tempo esta aqui (bairro, cidade, pais)?
·         O que eu sei sobre o passado da minha família?

quarta-feira, 16 de abril de 2014

7° - Sociologia

16/04/14

       Paratodos
O meu pai era paulista
Meu avô, pernambucano
O meu bisavô, mineiro
Meu tataravô, baiano
Meu maestro soberano
Foi Antonio Brasileiro
 

Foi Antonio Brasileiro
Quem soprou esta toada
Que cobri de redondilhas
Pra seguir minha jornada
E com a vista enevoada
Ver o inferno e maravilhas
 

Nessas tortuosas trilhas
A viola me redime
Creia, ilustre cavalheiro
Contra fel, moléstia, crime
Use Dorival Caymmi
Vá de Jackson do Pandeiro
 

Vi cidades, vi dinheiro
Bandoleiros, vi hospícios
Moças feito passarinho
Avoando de edifícios
Fume Ari, cheire Vinícius
Beba Nelson Cavaquinho

Para um coração mesquinho
Contra a solidão agreste
Luiz Gonzaga é tiro certo
Pixinguinha é inconteste
Tome Noel, Cartola, Orestes
Caetano e João Gilberto

Viva Erasmo, Ben, Roberto
Gil e Hermeto, palmas para
Todos os instrumentistas
Salve Edu, Bituca, Nara
Gal, Bethania, Rita, Clara
Evoé, jovens à vista

O meu pai era paulista
Meu avô, pernambucano
O meu bisavô, mineiro
Meu tataravô, baiano
Vou na estrada há muitos anos
Sou um artista brasileiro

quarta-feira, 2 de abril de 2014

6° - Sociologia

02/04/14

Continuação
                É o que permite estabelecer a diferença entre quem tem cultura e quem não tem ou determinar se o indivíduo pertence a um meio culto ou inculto, definindo um julgamento de valor sobre essa situação. Nesse grupo inclui-se o uso do termo para identificar, por exemplo, quem tem ou não cultura clássica, artística ou cientifica.
                O segundo significado, designado cultura-alma a coletiva, é sinônimo de "civi­lização". Ele expressa a ideia de que todas as pessoas, grupos e povos têm cultura e identidade cultural. Nessa acepção, pode-se falar de cultura negra, cultura chinesa, cultura marginal, etc. Tal expressão presta-se assim aos mais diversos usos por aqueles que querem dar um sentido para a ação dos grupos aos quais pertencem, com a intenção de caracterizá-los ou identificá-los.
         O terceiro sentido, o de cultura-mercadoria, corresponde à "cultura de massa". Ele não comporta julgamento de valor, como o primeiro significa­do, nem delimitação de um território específico, como o segundo. Nessa concepção, cultura compreende bens ou equipamentos – como os centros culturais, os cinemas, as bibliotecas –, as pessoas que trabalham nesses es­tabelecimentos, e conteúdos teóricos e ideológicos de produtos – como filmes, discos e livros – que estão disponíveis no mercado.

quarta-feira, 19 de março de 2014

5° - Sociologia

19/03/14

Os significados de cultura
                O emprego da palavra cultural, no cotidiano, é objeto de estudo de diversas ciências sociais. Felix Guattari, pensador francês (1930-1992) interessado nesse tema, reuniu os diferentes significados de “cultura” em três grupos, por ele designados cultura-valor, cultura-alma coletiva e cultura-mercadoria.
                Cultura-valor é o sentido mais antigo e aparece claramente na ideia “cultivar o espirito”.

quarta-feira, 12 de março de 2014

4° - Sociologia

 
12/03/14
Cidadania | Constituição
                Com a constituição de 1998, chamada de Constituição Cidadã, foi possível haver pela primeira vez na história do brasileira uma legislação democrática garantindo a plenitude dos direitos civis, políticos e sociais do Brasil.
                O aspecto mais marcante dessa carta é que os direitos e garantias fundamentais aparecem antes das dispersões sobre o funcionamento dos poderes do estado. Isso significa que o estado está a serviço dos cidadãos e que os direitos humanos civis, políticos e sociais estão acima do estado e legalmente definidos.
                Os direitos humanos ganharam tal posição na constituição porque nos últimos anos da ditadura militar, ocorreram muitos movimentos sociais em defesa deles. No entanto, para que se tornem realidade, muita luta será necessária.
                Como vimos a questão dos direitos no Brasil parece estar invertida em relação ao que se observa nos Estados Unidos e nos países europeus.


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

3° - Sociologia

26/02/14

Cidadania Hoje
                Ser cidadão é ter garantia de todos os direitos civis, políticos e sociais que asseguram a possibilidade de um vida plena. E esses direitos não foram conferidos, mas corrigidos, integrados e assumidos pelas leis, pelas autoridades e pela população em geral.
                A cidadania também não é nada, mas construída em um processo de organização, participação e intervenção social de indivíduos ou de grupos sociais.
                Só na constante vigilância dos atos cotidianos o cidadão pode apropriar-se desses direitos, fazendo-o valer de fato. Se não houver essa exigência, eles ficarão no papel.
                A cidadania formal é aquela que está nas leis, principalmente na constituição de cada pais, e a que estabelece que todos são iguais perante a lei e garante ao indivíduo a possibilidade de lutar por seus direitos.
                A cidadania substantiva ou real, aquela que vivemos no dia a dia, mostra que não há uma igualdade fundamental entre todos os seres humanos – entre homens e mulheres, crianças, jovens e idosos, negros, pardos ou brancos.
                Vamos tomar como exemplo o direito à vida e o direito de ir e vir.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

2° - Sociologia

19/02/14

Questões sobre o texto da aula passada

1)      Qual é a função da educação em sociedade democrática? É essencial para a sociedade, através dos estudos, educação, respeito, tudo isso é uma coisa básica para uma boa convivência.
2)      Que problemas o autor identifica na educação no Brasil? Problemas de democracia na educação, que devia ter uma organização das escola, municípios e do governo.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

1º - Sociologia

  12/02/14

Democracia, educação e cidadania

                O lado democrático e cruel da situação educacional brasileira está exatamente aí. O homem da camada social dominante tira proveito das deformações de sua concepção de mundo. Ao manter ignorância, preserva sua posição de mando, com os privilégios correspondentes.  
                O mesmo não sucede com o homem do poro. As deformações de sua concepção de mundo atrelam-no, indefinidamente, a um estado de incapacidade, miséria e subserviência. Transformar essa condição humana, tão negativa para a sociedade brasileira, não poderia ser uma tarefa exclusiva das escolas. Todo o nosso mundo precisaria reorganizar-se, para atingir-se esse fim. No entanto, é sabido que as escolas teriam uma contribuição específica a dar, como agências de formação do horizonte intelectual dos homens.