Mostrando postagens com marcador Geografia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Geografia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

19º - Geografia

17/10/14
              Por Estado entende-se a unidade administrativa de um território. Não existe Estado sem território. O Estado é formado pelo conjunto de instituições públicas que representam, organizam e atendem (ao menos em tese) os anseios da população que habita o seu território. Entre essas instituições, podemos citar o governo, as escolas, as prisões, os hospitais públicos, o exército, dentre outras.
Dessa forma, o governo seria apenas uma das instituições que compõem o Estado, com a função de administrá-lo. Os governos são transitórios e apresentam diferentes formas, que variam de um lugar para outro, enquanto os Estados são permanentes (ao menos enquanto durar o atual sistema capitalista).
A Nação, por outro lado, tem seu conceito ligado à identidade, à cultura e aos aspectos históricos. Por nação entende-se um agrupamento ou organização de uma sociedade que partilha dos mesmos costumes, características, idioma, cultura e que já possuem uma determinada tradição histórica.
Alguns autores chegam a afirmar que o Estado seria a institucionalização da Nação. Entretanto, observa-se a existência de Estados com muitas nações – ou multinacionais – e algumas nações sem Estado constituído.

 
Rebeldes sem casa
Os seis maiores povos sem nação totalizam 56 milhões de pessoas
1. Curdos   POPULAÇÃO - 36 milhões
TERRITÓRIO REIVINDICADO - 191 mil km2 (equivalente ao Paraná)
QUEM SÃO - Descendentes de tribos nômades que viviam ha 3 mil anos nas montanhas do que são hoje Turquia, Irã e Iraque. Apesar de ocuparem por séculos a mesma região, nunca tiveram um pais, mantendo-se sob domínio político e militar de outros povos.
SITUAÇÃO ATUAL - Na Turquia, onde vive a maioria do povo curdo, seu idioma é proibido e cerca de 10 mil deles estão presos por motivos políticos. Na década de 1990, milhares de curdos foram mortos por armas químicas lançadas pelo ex-ditador Saddam Hussein no Iraque. Apos a queda dele, a situação do povo no país melhorou.
2. Tibetanos   POPULAÇÃO - 6,2 milhões
TERRITÓRIO REIVINDICADO - 1,2 milhão de km2 (equivale ao Pará)
QUEM SÃO - Descendentes de pastores que vivem na região noroeste do que e hoje à China há 2 200 anos, os tibetanos costumavam viver numa sociedade semifeudal dominada pela classe de sacerdotes budistas. Desde o século 13, o povo sofre a dominação de outros inimigos. Em 1990, o Tibério foi invadido pela China, sendo ocupado e anexado em seguida. Para contrabalançar a demografia da região, o governo de Pequim enviou mais de 6 milhões de chineses para viver no Tibete.
SITUAÇÃO ATUAL - A china continua a reprimir as atividades políticas e religiosas e região, que tem passado por rebeliões esporádicas, sempre duramente combatidas por Pequim.
3. Palestinos   POPULAÇÃO - 5,3 milhões
TERRITÓRIO REIVINDICADO - 6 mil km2 (equivale ao Distrito Federal)
QUEM SÃO - Os palestinos são descendentes dos filisteus, povo que chegou ao Oriente Médio há 14 mil anos, época em que explodiram os primeiros confrontos com israelitas, que também habitavam a região. Submetidas ao Império Otomano e depois pelos britânicos, os palestinos perderam a chance da independência em 1948: com a de Israel, boa parte de seu território foi ocupado pelo novo país.
SITUAÇÃO ATUAL - Em 1994 foi estabelecida a Autoridade Palestina, um governo semi-autônomo que obteve controle sobre partes do antigo território. Os palestinos moderados defendem a ampliação da autonomia e a convivência com os israelenses. Os radicais exigem a destruição de Israel.
4. Ciganos  POPULAÇÃO - 5 milhões
TERRITÓRIO REIVINDICADO - Nenhum
QUEM SÃO - Originário do norte da Índia, de onde saíram por volta do século 11, os ciganos espalharam-se pelo mundo. Hoje, habitam praticamente todos os país do Ocidente. Nômades sem reivindicação territorial, eles têm sido vitimas de preconceito cultural, repressão política e até mesmo campanhas de extermínio. Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) os nazistas mataram pelo menos 400 mil deles.
SITUAÇÃO ATUAL - Resistindo a integrar-se à sociedade, eles procuram manter seus costumes nômades tradicionais. As perseguições são coisa do passado na maior parte do mundo. O preconceito cultural e a discriminação não.
5. Bascos  POPULAÇÃO - 2,1 milhões
TERRITÓRIO REIVINDICADO - 234 km² (1,2 vez o território do Distrito Federal)
QUEM SÃO - A tribo dos Vascones antepassados dos bascos atuais, vivia em áreas que hoje fazem parte da Espanha e da França há pelo menos 2 mil anos. Depois de resistir a diversas invasões estrangeiras, eles foram incorporados em sua maioria ao território espanhol e, no século 20, sofreram intensas perseguições durante o governo do ditador Francisco franco, a quem se opuseram inclusive com luta armada.
SITUAÇÃO ATUAL - Após a morte de Franco e a redemogratização da Espanha, na década de 1970, os bastos obtiveram mais liberdade e certa autonomia política. Mas isso não apaziguou os movimentos separatistas mais radicais, que continuam com seus atentados.
6. Chechenos  POPULAÇÃO - 1,2 milhões
TERRITÓRIO REIVINDICADO - 15 800 km2 (três vezes o território do Distrito Federal)
QUEM SÃO - Em sua maioria muçulmanos os chechenos originam-se de tribos que vivem há séculos nas montanhas da região do Cáucaso. Entre as décadas de 1830 e 1850, eles opuseram feroz resistência armada às conquista que a Rússia fazia naquela área. Como fim da União Soviética, em 1991, a região virou república independente. Mas, em dezembro de 1994, a Rússia invadiu a Chechênia, causando uma guerra com cerca de 100 mil mortes.
SITUAÇÃO ATUAL - As tropas russas têm controle das principais cidades. Mas a rebelião contra sua presença prossegue com atentados e violência.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

18º - Geografia

10/10/14 

" Fronteiras, território, territorialidade
As fronteiras dividem povos, separam nações e distanciam culturas. Essas barreiras imaginárias já foram cenário de batalhas sangrentas, em que pessoas se digladiavam com um único objetivo de ampliar o domínio geográfico de seus países.
              Daí a ideia de as fronteiras serem conhecidas como linhas vermelhas. E entrar no território alheio pode ser uma afronta.
Os conceitos de território e territorialidade, no sentido de espaço ou área definida e caracterizada por relações de poder, estão interligados. A noção de poder, domínio ou influência de vários agentes (políticos, econômicos e sociais) no espaço geográfico expressa a territorialidade, daí a afirmação "entrar em território alheio" poder ser considerada uma afronta. O território é o espaço que sofre o domínio desses agentes, e à forma como eles moldaram a organização desse território chamamos territorialidade. 
As metrópoles mundiais, os organismos econômicos mundiais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), grandes empresas transnacionais e até mesmo organizações criminosas exercem a territorialidade, ou domínio, em várias regiões do espaço geográfico.   
Para entender o que é um território é preciso considerá-lo como produto do trabalho de uma sociedade, com toda a sua complexidade econômica e cultural. Uma determinada área, em qualquer ponto do espaço geográfico, pode ser definida por seu tipo de governo, sua cultura, seu sistema econômico e outros agentes que influenciam a sua organização e que a individualizam nesse espaço. Na política, o território é o espaço nacional controlado por um Estado-Nação. 
                As fronteiras delimitam ou separam os lugares, os territórios e as paisagens e podem ter um significado mais amplo do que simples linhas de separação entre países.

Nacionalidade é a condição de um cidadão que pertence a uma determinada nação com a qual se identifica. É a qualidade daquilo que é nacional, que é próprio da nação, da pátria. Um dos sinônimos de nacionalidade pode ser cidadania, que significa a ligação jurídica e política de um indivíduo a um Estado, sendo que essa ligação pressupõe alguns direitos e deveres.
O termo “nacionalidade” tem origem provável na palavra francesa “nationalité”, cujo significado se refere ao “sentimento nacional”.
Uma nação é constituída por um Estado nacional composto por um povo que partilha a mesma origem, história, língua e tradições. Através da nacionalidade, os cidadãos nacionais se distinguem dos estrangeiros.
A nacionalidade pode ser adquirida por naturalidade (aquisição originária) ou por naturalização (aquisição secundária, adquirida em momento posterior ao nascimento), conforme determinado na Constituição de cada Estado-nação. No Brasil, uma pessoa de outra nacionalidade pode pedir a nacionalidade brasileira se tiver vivido ininterruptamente no Brasil por pelo menos 15 anos.
Em determinados países, a nacionalidade originária pode ser adquirida por jus sanguinis (direito de sangue) ou por jus solis (direito de solo), ou através dos dois princípios em conjunto (modalidade adotada pelo Brasil).
Por exemplo, uma pessoa que tenha nascido no território brasileiro (jus solis) terá a nacionalidade brasileira atribuída logo no momento de nascimento. Também terá nacionalidade brasileira reconhecida, um cidadão que tenha nascido no estrangeiro, mas seja filho de pai brasileiro ou mãe brasileira (jus sanguinis).
Uma pessoa pode ter dupla nacionalidade, ou seja, a nacionalidade de dois países diferentes. Por exemplo, um luso-brasileiro é um indivíduo com nacionalidade portuguesa e brasileira.
Nacionalidade e naturalidade
                A nacionalidade geralmente se refere ao país de nascimento, enquanto a naturalidade especifica a região (cidade e Estado) onde nasceu o cidadão.
Em direito, nacionalidade é o vínculo jurídico de direito público interno entre uma pessoa e um Estado. A nacionalidade pressupõe que a pessoa tenha determinados direitos frente ao Estado de que é nacional, como o direito de residir e trabalhar no território do Estado, o direito de votar e ser votado (este, conhecido como cidadania), o direito de não ser expulso ou extraditado e o direito à proteção do Estado (inclusive a proteção diplomática e a assistência consular, quando o nacional se encontra no exterior), dentre outros.
A verificação da nacionalidade de uma pessoa é importante, pois permite distinguir entre nacionais e estrangeiros, que têm direitos diferentes. Ademais, nos Estados que adotam o critério da nacionalidade (lex patriæ) para reger o estatuto pessoal, a determinação da nacionalidade da pessoa é imprescindível ao direito internacional privado. Por último, na aplicação da proteção diplomática à pessoa no exterior, é essencial conhecer a sua nacionalidade.

Etnia significa grupo biológico e culturalmente homogêneo. Do grego ethnos, povo que tem o mesmo ethos, costume, incluindo língua, raça, religião etc. O termo não é sinônimo de raça, pois a palavra raça tem um sentido exclusivamente biológico.
Um grupo étnico é um grupo de indivíduos que têm uma certa uniformidade cultural, que partilham as mesmas tradições, conhecimentos, técnicas, habilidades, língua e comportamento.
Alguns autores afirmam que o termo etnia surgiu inicialmente em Israel, especificamente na época retratada no Antigo Testamento da Bíblia, onde as pessoas seguidoras do Judaísmo usavam o termo ethnos para descrever os que não eram judeus. Alguns autores acreditam que no Novo Testamento, depois da ressurreição e ascensão de Jesus, este termo era usado para descrever as pessoas que não tinham sido evangelizadas, sendo que muitas vezes estes eram excluídos e diminuídos por aqueles que já tinham passado pelo processo de evangelização.
Etnia é uma expressão utilizada também de forma pejorativa podendo revelar preconceito contra um determinado grupo racial, ou para mostrar pessoas excluídas, que são minoria. No Brasil, a expressão "polaco", do polonês polak, de pole, campo, área rural, era usada no sentido pejorativo, porém, desde fins do século XIX "polaco" vem sendo substituído por "polonês".
A Etnografia é a ciência que tem como objeto de estudo os costumes e tradições das etnias.

Civilização é um complexo conceito da antropologia e história. Numa perspectiva evolucionista é o estágio mais avançado de determinada sociedade humana, caracterizada basicamente pela sua fixação ao solo mediante construção de cidades, daí derivar do latim civita que designa cidade e civile (civil) o seu habitante. Observe-se que essa noção traduz os conceitos etnocêntricos do início da antropologia onde se contrapõe as sociedades complexas às primitivas. É nesse contexto que também aparece a sequência evolutiva selvajaria - barbárie - civilização, entendida por Gordon Childe como os estágios evolutivos obrigatórios das sociedades antigas desde a passagem de um sistema social/econômico/tecnológico de caçadores-coletores ("selvageria") para agricultores e pastores ("barbárie") até a concentração em cidades e divisão social ("civilização").

Desterritorialização e Reterritorialização, escrito pela Geógrafa Ana Maria Cortez Vaz
Ao longo do meu percurso acadêmico na licenciatura em Geografia, tomei conhecimento de um conceito e de uma problemática que muita curiosidade e interesse me suscita: desterritorialização /reterritorialização.
Sem dúvida que o Homem necessita do seu território, seja de carater material ou simbólico. O território de cada indivíduo é o que melhor o identifica, dado que é o território que ajuda e condiciona a construção da identidade de cada indivíduo. O Homem necessita do seu território, do seu espaço e de criar vínculos e ligações com ele.
No entanto, os nossos territórios (sejam a nossa casa, o café que frequentamos, o local onde fazemos compras, o local de férias para onde habitualmente vamos) estão sujeitos a alterações, a mudanças. E essas mudanças podem ocorrer por diversos fatores, como por exemplo: a crise econômica e o desemprego, a guerra, as catástrofes ambientais, os projetos de desenvolvimento (como construções de estradas e barragens), a patrimonialização (por exemplo, a delimitação de áreas naturais), o envelhecimento demográfico e a doença, entre outros.
Quando esta mudança no vínculo que nos une ao território acontece estamos perante um processo de desterritorialização. Assim, o processo de desterritorialização pode ser definido como uma quebra de vínculos, uma perda de território, um afastamento dos nossos territórios, havendo assim, uma perda de controlo das territorialidades pessoais ou coletivas, uma perda de acesso a territórios econômicos, simbólicos, aos recursos…
Tendo em conta que o Homem é um ser eminentemente social e sociável, este necessita de se adaptar às novas circunstâncias, aos novos territórios.
Assim, ao processo de desterritorialização está (sempre) implícito o processo de reterritorialização.
A reterritorialização caracteriza-se por ser um processo que nem sempre é bem sucedido, onde o Homem se vai adaptar aos novos territórios, tornando-se num agente ativo do (novo) território.
Neste ponto temos duas problemáticas importantes:
Primeira – a reterritorialização é um processo complexo e complicado principalmente porque grande parte dos processos de desterritorialização ocorrem em países cujo grau de desenvolvimento é baixo; tratam-se de indivíduos muito vulneráveis e com pouca capacidade de resiliência (é a capacidade de voltar ao seu estado natural, principalmente após alguma situação crítica e fora do comum);
Segunda – para o planejamento estratégico é imperativo a colaboração da população e a população só colabora, intervém e se torna ativa se o processo de reterritorialização estiver concluído.
Convido todos a refletir um pouco sobre este tema e sobre este processo (desterritorialização / reterritorialização), tão complexo e ao mesmo tempo, tão intrínseco do Homem.

1-      Alteração na forma de lazer com o acesso à tecnologia.
2-      Desigualdade Social.
3-      A condição social determina o tipo de lazer.
4-      É a mesma da 4.
5-      Marcamos nas imagens.
6-      Dentro do território urbano há várias funções para seu uso. (crime, lazer...)

7-      Estabelecer regras para os espaços públicos e coletivos, fazer a manutenção dessas áreas.
8-      Não, cada pessoa é responsável pelo uso e conservação dos espaços e coletivos.
9-      Conservação, insegurança.
10-  Juventude -> áreas com movimento, grupos comuns, agitação, som...
Velhos -> área mais calma, atividade que exige pouco reforço físico.
11-  Crianças carentes, idosos mendigando, violência nas ruas, criminosos. 

- Respostas do texto “AS CONTRADIÇÕES NO USO DO TERRITÓRIO”:
1- Os refugiados, os camelos, as gangues, as prostitutas, os doentes, os pivetes, os mafiosos, os criminosos, os ladrões.
2- Nos guetos, na rua, nos becos, nos asilos, nos hospitais, nos presídios, nas sarjetas.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

17º - Geografia

19/09/14

4º Bimestre
- Páginas 213, 214;
1-      O que é êxodo rural? Refere-se ao deslocamento de trabalhadores das áreas rurais para a cidade.
2-      Quais fatores foram responsáveis pelo êxodo rural do Brasil? Desenvolvimento industrial, e melhores trabalhos nas cidades.
3-      O que é deslocamento intrarrural? Que pode ocorrer entre regiões distintas ou dentro de uma mesma região.
4-      O que são migrações sazonais? Onde os trabalhadores migram para outra área que precise de mão-de-obra.
5-      O que é o MAB? Quais seus objetivos? Atingidos por barragem, busca defender os direitos da população obrigada a migrar para outras áreas.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

16º - Geografia

05/09/14
1-      O que significa a sigla:
a)      PEA = População economicamente ativa.
b)      PEI = População economicamente inativa.

2-      Quem faz parte da: 
a)      PEA = São as pessoas que trabalham e contribuem.
b)      PEI = As pessoas que não trabalham ou trabalham mas não contribuem.

3-      Quais são os setores clássicos da economia? Setor primário, secundário e terciário.

4-      Copie a definição do IBGE para PEA. Define como “todas as pessoas de ambos os secos que durante um período de referência especificada, ofertam o seu trabalho para a produção de bens e serviços econômicos”.
 
5-      Quais fatores contribuem para a hipertrofia (inchaço) do setor terciário? De uma parcela significativa da população, exerce atividades que não se enquadram no setor primário ou secundário.
 
6-      Como está distribuída a PEA no Brasil? É de aproximadamente 18% no setor primário, 21% no setor secundário e 61% no setor terciário.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

14º - Geografia

29/08/14

1-      R: Por causa do salário e a qualidade de vida ser melhor.
2-      R: Por causa das sucessivas crises econômicas.
3-      R: Por causa da globalização e de novas tecnologias que tiraram muitos postos de trabalho.
4-      R: EUA, Paraguai e Japão.
5-      R: Nos EUA, lavam pratos, limpam as residências, constroem casas, etc. No Japão baixa qualificação e com baixo custo (na indústria). No Paraguai, plantação de soja.
6-      R: Para adquirir mão-de-obra com baixa qualificação e com baixo custo.
7-      R: Dekassegui = Imigrante brasileiro no Japão, Imigrante = Vir de outro país, Emigrante = Ir para outro país, Migrante = Que sai de um local para o outro dentro do país.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

13º - Geografia

22/08/14
Classes etárias
Homens (%)
Mulheres (%)
0-4
2.5
2.8
5-9
3.4
3.2
10-14
4.1
3.8
15-19
4.3
4.0
20-24
3.7
3.7
25-29
3.5
3.6
30-34
3.5
3.5
35-39
3.2
3.4
40-44
3.1
3.3
45-49
2.9
3.0
50-54
2.7
3.0
55-59
2.7
3.0
60-64
2.5
2.8
65-69
2.2
2.7
70-74
1.3
2.1
75 e +
2.1
3.5